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segunda-feira, 19 de março de 2018

Egressas Facipe são aprovadas em residência de Enfermagem

Vanderleia Germano e Julianne Vicente, egressas da Faculdade Integrada de Pernambuco (Facipe), foram aprovadas em concorridas residências de Enfermagem. A Vanderleia vai atuar em uma unidade de Saúde da Família, em Caruaru, e Julianne na UPE, em residência multiprofissional de Saúde Coletiva.
A residência é uma oportunidade para o profissional de saúde, considerada um ensino de Pós-Graduação, na qual o residente passa por um regime de estágio prático em tempo integral e dedicação exclusiva. A atuação é remunerada por meio de bolsa e visa o aperfeiçoamento em determinada especialidade, sempre supervisionada por profissionais qualificados.
A disputa por uma vaga na residência é acirrada. O processo consiste em prova escrita seguida de prova de títulos. Vanderleia afirma ter tido uma preparação consistente pela Facipe através do corpo docente qualificado e das oportunidades que a instituição oferece.
A coordenadora do curso de Enfermagem da Facipe, Karla Romana, explica que na instituição diversas são as oportunidades. “Ao longo do curso são oferecidos programas de monitoria e iniciação científica que permite aos estudantes iniciarem em atividades que associam teoria à prática, além de pesquisas”. Para Julliane, a Facipe despertou seu aprofundamento científico. “Interessei-me e ingressei em programas de Monitoria, Extensão e Iniciação Científica. No final, tudo me ajudou, pois 20% da nota da seleção é curricular”, disse.
“Desde o início os docentes me receberam muito bem e sempre me apoiaram com meus projetos para a faculdade”, afirma Vanderleia que, aos poucos, foi participando de projetos de extensão e trabalhando com ações voluntárias, de maneira que acumulou bagagem.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Benefícios da melancia


A melancia pode ser consumida de várias maneiras, seja ao natural, em forma de suco, espetinho de frutas, acrescentada na salada de frutas ou pode fazer parte de uma salada com folhas verdes e um molho de hortelã e nozes, por exemplo. Além disso, sua semente pode ser torrada e consumida como aperitivo.

Não existem alimentos exclusivamente indigestos para todas as pessoas. Cada indivíduo é mais sensível a esse ou aquele ingrediente. No entanto, a melancia tem fama injusta de indigesta. A impressão de que a fruta causa má digestão vem dos movimentos intestinais que ela causa em função de suas fibras insolúveis. Na verdade, a digestão da melancia é fácil, já que ela é composta basicamente por água.


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Até já!


A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes!
Florence Nightingale

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Dicas de alimentação


 O morango é o fruto de uma planta da família Rosaceae, a mesma das rosas, maçãs, pêras e cerejas. É uma planta nativa das terras temperadas da Europa, mas que hoje em dia é cultivada com sucesso em grande parte do mundo. Na era romana, era valorizado por suas propriedades terapêuticas e praticamente servia para todos os tipos de doenças. Começaram a ser cultivados no século XIII. O jardineiro de Luis XIV cultivava morangos em Versalhes. Seu cultivo passou a ser popular no século 18 e mais de 600 espécies foram desenvolvidas. Curiosamente, a parte carnosa do morango, a que comemos, não é o fruto mas o resultado do inchaço dos talos da planta. O fruto verdadeiro é a semente amarela que fica incrustada na superfície da parte carnosa.
"Apesar de terem começado a ser cultivados pelos romanos em 200 a.C., os morangos eram raros até o fim do século XVIII, pois sua produção era difícil. O consumo popularizou-se só com o surgimento de uma nova espécie, de fácil reprodução e cultivo, na verdade um híbrido: os morangos consumidos atualmente (Fragaria ananassa) surgiram de um cruzamento casual entre duas espécies americanas levadas à região de Brest, na França. Alan Davidson, autor de The Oxford Companion to Food (Oxford University Press, Inglaterra, 1999), informa que essas variedades foram o morango chileno (Chiloensis), nativo do Pacífico no norte e sul da América, e o Virginia (Fragaria virginiana), nativo do leste dos Estados Unidos. A partir do aprimoramento das técnicas de cultivo surgiram inúmeras espécies. Porém, o morango tem uma particularidade. Tecnicamente ele é uma falsa fruta. Botânicamente, aquilo que chamamos de morango não é a fruta, e sim um receptáculo dos frutos. Aqueles grãozinhos minúsculos que revestem sua superfície é que são a verdadeira fruta do gênero Fragaria. Os puristas que nos perdoem. Mas, do ponto de vista gastronómico, isso não faz a menor diferença. Com tantas qualidades, pouco importa se o morango é uma fruta verdadeira ou falsa."

domingo, 3 de dezembro de 2017

Lei cria o Dezembro Vermelho


Lei 13.504 que institui a Campanha Nacional de Prevenção ao HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis (Dezembro Vermelho) foi aprovada pelo senado em outubro e já está em vigor.
A campanha tem foco na prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV/Aids. Serão realizadas, ao longo do mês de dezembro, atividades e mobilizações tais como iluminação de prédios públicos com luzes na cor vermelha; veiculação de campanhas de mídia; palestras e atividades educativas; e promoção de eventos. A instituição da campanha já havia sido aprovada em agosto pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal.
As ações do Dezembro Vermelho serão realizadas em parcerias entre o poder público, sociedade civil e organismos internacionais, de acordo com as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) para enfretamento da Aids e outras ISTs.
Assessoria de Comunicação
Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais

Conheça também a página do DIAHV no Facebook:
https://www.facebook.com/ISTAidsHV

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Mulheres viram alvo de campanha nacional sobre diabetes: quase 10% delas têm a doença



Uma doença que, no passado, já foi associada aos homens, mas que atualmente está mais presente na população feminina: 9,9% das mulheres brasileiras declarou ter diabetes em 2016, contra 7,8% dos homens, segundo a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde. Esse dado fez com que a campanha do Dia Mundial do Diabetes, lembrado nesta terça-feira, seja pela primeira vez voltado para o público feminino.
Encabeçada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a campanha foi intitulada "Mulheres e diabetes: nosso direito a um futuro saudável".




O crescimento do diabetes é uma tendência mundial, devido ao envelhecimento da população, mudanças dos hábitos alimentares e prática de atividade física. O diagnóstico da doença, entre todos os brasileiros, aumentou 61,8% em 10 anos, segundo a Vigitel. Entre 2006 e 2016, o contingente de diabéticos no país aumentou quase três milhões. E o de pessoas com obesidade — grande fator de risco para diabetes — aumentou aproximadamente dez milhões.

Rosane Kupfer, membro da SBEM e chefe do serviço de diabetes gestacional do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia (IEDE), explica que a menopausa faz aumentar orisco de diabetes entre as mulheres muito mais do que a andropausa, nos homens. Outra diferença que prejudica a população feminina é o risco de diabetes durante a gestação — que não é o diabetes "real", como conhecemos, porque após a gravidez a saúde da mulher em geral volta ao normal, mas a doença pode trazer complicações para o bebê.

— A própria modificação do ambiente hormonal por causa da gestação favorece o aumento da glicose. E, se a mulher tiver um pâncreas que já não esteja funcionando corretamente, ela pode desenvolver diabetes gestacional — afirma Rosane. — Isso é mais comum a partir da 4ª semana de gestação. E cada mulher pode pedir ao seu médico para fazer um teste que permite saber se ela tem um risco aumentado ou não.

A médica destaca que os fatores de risco são a existência de histórico de diabetes na família, ter mais de 25 anos ao engravidar, ter sobrepeso antes da gravidez ou ganhar peso em excesso durante a gestação. Ela ressalta as consequências que tal enferminade pode gerar para no feto:


O bebê corre o risco de nascer grande demais para sua idade gestacional. E, apesar de ser grande demais, ele na verdade é mais frágil do que os bebês normalmente são. Ele pode ter um aumento da produção de glóbulos vermelhos e um comprometimento do fígado, o que deixa o tom de pele amarelado. Depois, ele pode se recuperar, mas vai ter uma predisposição à obesidade na adolescência, e ao diabetes na vida adulta. Também pode ter problemas pulmonares — lista Rosane.


Dados sobre diabetes no Brasil

- O país tem 14,3 milhões de pessoas com diabetes;

- Metade das pessoas com diabetes não sabe que tem o problema, o que representa 9,4% da população brasileira;

- Anualmente, 130.700 pessoas morrem devido ao diabetes.

Dados sobre diabetes no mundo

- Um em cada 11 adultos têm diabetes no mundo (415 milhões de pessoas);

- Um em cada dois adultos com diabetes ainda não foi diagnosticado;

- 12% das despesas com saúde no mundo são gastos com diabetes;

- A estimativa é de que, em 2040, haja 642 milhões de pessoas com diabetes, e as despesas sejam superiores a US$ 802 bilhões;

- Diabetes é a principal causa de cegueira, falência renal e amputações de membros inferiores;

- A mortalidade devido ao diabetes é maior do que a relacionada a HIV/AIDS, tuberculose e malária somados. Isto é, uma morte a cada seis segundos.



Fonte:https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/mulheres-viram-alvo-de-campanha-nacional-sobre-diabetes-quase-10-delas-tem-doenca-22069605 

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

MEC confirma oferta de 310 mil contratos para FIES 2018


O Ministério da Educação confirmou que vai oferecer 310 mil vagas para contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) em 2018. Dessas, 100 mil serão destinadas a estudantes de baixa renda das regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste, com taxa de juros real igual a zero. Atualmente, a taxa é de 6,5% ao ano. A proposta aprovada agora segue para sanção presidencial.
Em julho, quando comunicou a medida provisória, o governo federal havia anunciado a oferta mínima das 310 mil vagas, mas, a partir de 2018, os recursos para o financiamento não sairão mais apenas da União. “As vagas anunciadas para 2018 foram resultado das negociações já realizadas com os diversos parceiros. Elas podem apenas aumentar”, afirmou o MEC, na época.
O preenchimento das vagas, porém, depende da demanda dos estudantes.
Três modalidades:
A mudança faz parte da reformulação do programa, que, a partir de 2018, dividirá as vagas em três modelos de contrato. Veja abaixo como ficam as modalidades após a aprovação no Congresso:
Fies 1 (sucessor do atual modelo):
  • Para estudantes com renda familiar de até 3 salários mínimos per capita
  • Taxa de juros real igual a zero
  • Acaba a carência de 18 meses após o fim do curso e o estudante terá que começar a pagar assim que se formar
  • Os recursos virão de um Fundo Garantidor, mantido obrigatoriamente pelas faculdades, que terão que fazer aportes proporcionais à sua taxa de inadimplência. A União está autorizada a colocar até R$ 3 bilhões nesse fundo. O texto-base previa que a União não poderia fazer aportes adicionais, mas esse trecho foi retirado do projeto.
Fies 2 (nova modalidade):
  • Para estudantes com renda familiar de até 5 salários mínimos per capita
  • Taxas de juros usadas para empréstimos dos fundos regionais, hoje na ordem de 2,5% a 3%
  • Os recursos virão de bancos regionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e os fundos constitucionais de financiamento dessas regiões. Os empréstimos serão geridos por esses bancos
  • Os financiamentos só poderão ser concedidos nessas regiões. O objetivo é diminuir as desigualdades regionais.
Fies 3 (nova modalidade):
  • Para estudantes com renda familiar de até 5 salários mínimos per capita
  • Recursos virão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os contratos serão geridos por bancos privados.
  • Financiamentos poderão ser concedidos para estudantes de todo o país.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Situação de desigualdade das mulheres ameaça desenvolvimento mundial, conclui relatório da ONU

Mulheres estudam menos, ganham menos e têm mais probabilidade de ficarem desempregadas, aponta relatório da ONU (Foto: StockSnap/Creative Commons)

O aumento das desigualdades e falhas na proteção dos direitos das mulheres, em especial as mais pobres, são grandes ameaças ao cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, de acordo com o novo relatório do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), divulgado mundialmente nesta terça (17).

Em mais de 140 países analisados, as mulheres enfrentam desigualdade não apenas financeira, mas especialmente na saúde e na garantia de direitos sexuais e reprodutivos, o que acarreta consequências em praticamente todos os sentidos.

De acordo com as conclusões do relatório, intitulado “Mundos Distantes: Saúde e direitos reprodutivos em uma era de desigualdade”, a situação enfraquece o progresso dos países e ameaça inclusive a paz e o desenvolvimento econômico global.

A demanda de planejamento reprodutivo não atendida nos países em desenvolvimento afasta mulheres do mercado de trabalho e reduz seus rendimentos. Entre os dados apontados, é verificado que, em pelo menos 34 países, a disparidade aumentou entre 2008 e 2013, com a renda dos 60% mais ricos da população crescendo mais rapidamente do que a dos 40% nas camadas inferiores. Além disso, dos 142 países cobertos pelo índice em 2016, em 68 a disparidade de gênero se mostrou maior que a do ano anterior.

As mulheres têm ainda mais probabilidade de ficarem desempregadas do que os homens. No mundo todo, 6,2% das mulheres estão desempregadas, em comparação aos 5,5% dos homens. As maiores diferenças no desemprego de homens e mulheres estão no norte da África e nos Estados Árabes. Nas duas regiões a taxa de desemprego de mulheres jovens (44%) é quase o dobro da taxa para homens jovens.

Outro fator apontado é que, globalmente, mulheres ganham 77% do que os homens ganham, e se as tendências atuais continuarem, levará mais de 70 anos até que a disparidade de salário por gênero seja eliminada.

Também na educação, que pode levar a melhores condições de trabalho e desenvolvimento econômico - pessoas analfabetas ganham até 42% a menos que suas contrapartes alfabetizadas -, mulheres sofrem desvantagem: da população mundial estimada de 758 milhões de adultos analfabetos, cerca de 479 milhões são mulheres e 279 milhões são homens.

Outro aspecto negativo é a questão da proteção. Quarenta e seis das 173 economias analisadas em um relatório do Banco Mundial em 2015 não tinham qualquer lei contra violência doméstica, enquanto 41 não tinham leis sobre assédio sexual.


Estender assistência pré-natal e materna essencial às mulheres mais pobres e atender a demanda de planejamento reprodutivo estão entre recomendações da ONU (Foto: Sanjasy/Creative Commons)

Em suas conclusões, o relatório propõe 10 ações para um mundo mais igualitário, incluindo cumprir compromissos e obrigações com direitos humanos de tratados e convenções internacionais, derrubar leis e normas discriminatórias e que possam impedir que mulheres tenham acesso a informações e serviços de saúde sexual e reprodutiva, estender assistência pré-natal e materna essencial às mulheres mais pobres e atender a demanda de planejamento reprodutivo.

Outras medidas indicadas são oferecer garantia de renda básica e serviços essenciais, inclusive relacionados à maternidade, eliminar obstáculos econômicos, sociais e geográficos ao acesso de ensino para meninas e mulheres, acelerar transição de empregos informais para formais e eliminar situações de desigualdade através de políticas públicas, entre outras.


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Maternidade do Cabo conta com ultrassom natural para gestantes




Fernanda Furtado 

A ultrassom natural está chegando na rede de Saúde do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, para as gestantes. O método alternativo propicia relaxamento e desbloqueio em relação aos momentos finais da gestação. As enfermeiras obstetras receberam um treinamento nesta segunda-feira (25), na Maternidade Padre Geraldo Leite Bastos, em Ponte dos Carvalhos, para realizar o procedimento, criado pela parteira mexicana Naoli Vinaver. 

“Esse é um novo modelo de assistência ao parto. A técnica humanizada consiste no desenho e pintura da barriga, representando o útero, placenta, o líquido amniótico, o cordão umbilical e a posição do bebê. A posição é identificada por meio da apalpação obstétrica”, explica a técnica de Saúde da Mulher da Secretaria Estadual de Saúde, Hérika Dantas. A ultrassom natural na rede pública é indicada a partir da 37ª semana de gestação. 

“Isso traz para mãe um conhecimento sobre a acomodação da criança na barriga, pois para ela é muito subjetivo como ele está. É uma forma também de diminuir a tensão e expor os medos, favorecendo a liberação de hormônios bons no preparo para o parto”, complementa a enfermeira obstetra da Secretaria Estadual de Saúde. A técnica favorece a elevação da autoestima da gestante, que pode registrar o momento especial com a fotografia. “Não há registros científicos de que a ultrassom natural facilita o momento do parto, mas os benefícios ajudam a tranquilizar a mãe e o bebê”, comenta Hérika Dantas. 

Vale lembrar que a ultrassom natural não substitui a convencional e será indicada na Maternidade Padre Geraldo Leite como uma alternativa terapêutica, que auxilia a futura mamãe na preparação para o momento do parto. A ultrassom natural também será difundida nas Unidades de Saúde da Família (USF) entre os grupos de gestantes.

Ambiente

Uma vez que objetivo do método é conectar, ainda mais, a mãe e o bebê, o preparo do ambiente ganha importância. “Não é só realizar a pintura do ventre. O local deve ser preparado de forma a promover o relaxamento da mulher. Com música, incensos e frases de encorajamento”, afirma Hérika Dantas. No 9° mês de gestação, Geovana Helen da Silva, 18 anos, fez a ultrassom natural. “Estou me sentindo feliz por experimentar essa técnica. Espero que outras grávidas sejam atendidas com o método, como eu”, conta.

Maternidade 

Por mês, a Maternidade Padre Geraldo Leite Bastos realiza 100 partos. A unidade oferece assistência às gestantes, com orientações sobre amamentação, cuidados com higiene e métodos contraceptivos mais seguros, a exemplo do Diu, oferecido pela rede municipal de Saúde.

Fonte: TV Jornal

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Prefeitura do Recife oferta 1.800 vagas no mamógrafo móvel em setembro

O resultado do exame é entregue em 15 dias na unidade de referência de cada ação

Durante todo o mês de setembro, o mamógrafo móvel participará de 24 ações da Secretaria de Saúde do Recife em sete Distritos Sanitários, totalizando 1.800 vagas para a realização dos exames.
A mamografia de rastreio é indicada a mulheres com idade entre 50 e 69 anos – faixa etária considerada de risco pelo Ministério da Saúde. Não é necessário fazer marcação prévia, mas são disponibilizadas 80 fichas diárias para a realização do exame, com exceção das ações realizadas aos sábados, em que são disponibilizadas apenas 40 (turno manhã). O horário de atendimento do mamógrafo nas comunidades é das 8h às 17h.
O resultado do exame é entregue em 15 dias na unidade de referência da ação ou na unidade do bairro onde a ação aconteceu.
Balanço – De janeiro até junho deste ano, o caminhão do mamógrafo recebeu 7.373 mulheres. Foram realizados em todo o município 12.282 mamografias (mamógrafo + exames na rede conveniada).

SUS incorpora medicamento para tratamento de microcefalia

O medicamento Keppra (levetiracetam) usado para o tratamento de convulsões (Foto: Divulgação)

O Sistema Único de Saúde incorporou o medicamento levetiracetam para o tratamento de convulsões em pacientes com microcefalia. A informação foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (4).

O medicamento, também conhecido pelo nome comercial Keppra, contém convulsões em pacientes com anomalias decorrentes de infecção pelo vírus da zika.

O prazo máximo para a incorporação do SUS é de 180 dias a partir da data de publicação da incorporação.

O Keppra também foi adotado para o tratamento coadjuvante (associado a outras terapias) em pacientes com epilepsia mioclônica juvenil (EMJ), tipo de epilepsia crônica comum na adolescência.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Projeto garante atendimento integral no SUS a pacientes com diabetes


Pessoas com diabetes mellitus poderão ter garantido por lei o atendimento integral no Sistema Único de Saúde (SUS). O Projeto de Lei do Senado (PLS) 225/2017, que tramita na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), torna obrigatória a  universalidade de acesso, a integralidade, a igualdade de assistência, o direito à informação e a descentralização administrativa para o cuidado aos diabéticos.

Autor do projeto, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) lembra que boa parte dos pacientes não conseguem acesso a uma assistência médica "tempestiva e efetiva no SUS", o que explica o fato de a doença ainda ser uma das mais importantes causas de cegueira, infarto, AVC e insuficiência renal no país.

O PLS 225/2017 também estabelece diretrizes para ações e serviços de atenção ao paciente com diabetes mellitus (DM), como a política de educação permanente para profissionais envolvidos no atendimento, a realização periódica de pesquisas nacionais referentes à doença e serviços de prevenção e diagnóstico precoce.

Além disso, o projeto estabelece a criação de centros especializados em diabetes mellitus pelo país, conforme o perfil epidemiológico de cada localidade. Os centros deverão oferecer atendimento médico em todas as especialidades envolvidas no diagnóstico e no tratamento das doenças e assegurar amplo acesso a medicamentos, insulinas e outros insumos necessários.

Caiado argumenta que o diabetes mellitus é uma doença de grande prevalência no Brasil e no mundo. O paciente com esse tipo de diabetes tem um aumento permanente dos níveis de glicose no sangue, a hiperglicemia, que pode causar várias complicações, como cegueira, insuficiência renal crônica, infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e amputações de membros inferiores.

O senador cita dados do Atlas da Internacional Diabetes Federation (IDF) segundo os quais, em 2015, o Brasil tinha mais de 14,3 milhões de pessoas com diabetes mellitus. Naquele ano, mais de 247 mil mortes foram decorreram de complicações da doença.

“Nesse contexto, a assistência ao paciente com DM é fundamental para a prevenção das complicações já mencionadas e, por conseguinte, para a redução das taxas de morbidade e mortalidade relacionada à doença”, afirma Caiado.

Se for aprovado pela CAS, o projeto seguirá direto para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para a votação do texto pelo Plenário do Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


terça-feira, 25 de julho de 2017

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Biometria para fiscalizar médicos no SUS

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, defendeu ontem a adoção de biometria em todas as unidades de saúde e de um “padrão de produtividade” para fiscalizar o trabalho de profissionais que atuam no SUS, em especial os médicos. “Vamos parar de fingir que pagamos o médico e o médico tem que parar de fingir que trabalha”, disse. “A biometria do funcionário vai permitir que essas pessoas cumpram o contrato que fizeram com o poder público”, afirmou.

Segundo o ministro, é preciso também estabelecer metas de desempenho para que as prefeituras possam fiscalizar o trabalho dos médicos, como tempo destinado às consultas, por exemplo. “Vamos estabelecer metas, e quem estiver abaixo do seu desempenho, vai ser chamado a aumentar sua produtividade”.

Ele cita como exemplo o parâmetro da OMS (Organização Mundial de Saúde), que prevê cada consulta dure cerca de 15 minutos. “Hoje o médico vai lá, faz quatro horas de concurso e marca 16 consultas. Ele faz cinco minutos de consulta e vai embora. Queremos o médico no tempo que concursou”, disse.

Em uma declaração polêmica, Barros afirmou ainda que muitos pacientes buscam diretamente o pronto-socorro dos hospitais porque médicos não cumprem a carga horária contratada nas unidades básicas de saúde, que deveriam responder pelo primeiro atendimento.

“O grande problema de saúde é que não conseguimos fazer com que o médico fique quatro horas na unidade de saúde. A pessoa que tem problema vai diretamente no hospital, porque lá ele sabe que vai estar o médico”, disse.

De acordo com Barros, cerca de 50% dos médicos que trabalham em municípios onde há biometria pedem demissão. “Tenho 100 horas contratadas, eles fazem 30. Se metade for embora e a outra metade cumprir as quatro horas, estamos aumentando a disponibilidade de médicos para a população”, disse, citando o fato de que a maioria têm mais de um emprego e, com isso, não consegue cumprir a jornada.

Ainda segundo o ministro, o governo já publicou um credenciamento para selecionar empresas de informática para informatizar e ter a oferta de biometria nas unidades de saúde até 2018. O custo deve ser dividido entre União e municípios.

Essa não é a primeira crítica do ministro ao trabalho dos médicos. Nos últimos meses, o ministro entrou em atrito com entidades como o CFM (Conselho Federal de Medicina) após afirmar que os médicos brasileiros não mostram disposição para o trabalho. Na época, o conselho reagiu afirmando que o ministro demonstra “desconhecimento da dedicação dos médicos brasileiros na assistência à população” e “ignora os esforços despendidos por estes profissionais”. A declaração ocorreu durante evento para anunciar o repasse de R$ 1,7 bilhão a municípios para ações na atenção básica em saúde e oferta de transporte para pacientes.

Fonte: Folha Pe.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Uma em cada dez crianças no mundo sem qualquer vacina em 2016 revela OMS

Uma em cada dez crianças no mundo não recebeu qualquer vacina em 2016 e arrisca-se a contrair doenças como a difteria, tétano ou tosse convulsa, segundo estimativas hoje divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com os dados hoje disponibilizados no `site` da instituição, serão 12,9 milhões as crianças que em todo o mundo não receberam qualquer vacina no ano passado, o que significa que falharam pelo menos a primeira dose da vacina contra a difteria, tétano e tosse convulsa (DTP), que em Portugal está integrada no Programa Nacional de Vacinação.

Adicionalmente, estima-se que outros 6,6 milhões de crianças que receberam a primeira dose da vacina tríplice conhecida por DTP não tenham concluído as doses necessárias para a imunização completa.
Em Portugal esta vacina é administrada gratuitamente aos dois meses, aos quatro meses, aos seis meses, aos 18 meses e aos cinco anos.
A Organização Mundial da Saúde, que realizou as atuais estimativas a par com a UNICEF, sublinha que desde 2010 a percentagem de crianças com as vacinações de rotina completas estabilizou nos 86%, sem alterações significativas em quaisquer países ou regiões.
Este valor está abaixo da meta de 90% de vacinados fixada pelas Nações Unidas.
"A maior parte das crianças que não está vacinada é a que escapa aos sistemas de saúde. Estas crianças provavelmente não receberam nenhum serviço básico de saúde", afirma o diretor de imunização da OMS, Jean-Marie Okwo-Bele, numa declaração escrita no `site` da instituição.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a vacinação previne atualmente entre dois a três milhões de mortes por ano, entre doenças como a difteria, o tétano ou o sarampo.
Os novos dados relativos a 2016 hoje divulgados mostram que 130 dos 194 países que pertencem à OMS alcançaram ou superaram os 90% de cobertura total da vacina da difteria, tétano e tosse convulsa.
Mas pelo menos mais dez milhões de crianças carecem da vacina em 64 países, se todos quiserem atingir os 90% definidos no Plano de Ação Global de Vacinação.
Desses dez milhões há mais de sete milhões de crianças que vivem em condições humanitárias frágeis, incluindo países afetados por conflitos. Aliás, quatro milhões dessas crianças não vacinadas pertencem a apenas três países: Afeganistão, Nigéria e Paquistão.
No ano passado, a OMS e a UNICEF registaram oito países com uma taxa de cobertura vacinal inferior a 50%: República Centro-Africana, Guiné Equatorial, Nigéria, Somália, Sudão do Sul, Síria, Chade e Ucrânia.
Em relação ao sarampo, doença que este ano teve um ressurgimento em vários países europeus, as atuais estimativas apontam para uma taxa de vacinação global de 85% na primeira dose, mas que baixa para os 64% no que se refere à segunda dose da imunização.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Programa de rádio do Vaticano aborda a Saúde da mulher e o autoexame das mamas

Células de Câncer de mama

Cidade do Vaticano (RV) - Continuamos a nossa conversa sobre a prevenção do câncer de mama com a ginecologista e mastologista Dra. Sabrina Fontana, que recentemente visitou a nossa emissora.



Para a prevenção, recomenda-se que as mulheres conheçam o seu corpo desde o crescimento das mamas na adolescência.

O autoexame das mamas deve ser feito pelo menos uma vez por mês e todas as mulheres devem procurar um mastologista para o acompanhamento e exame anual durante sua vida, principalmente a partir dos 40 anos.

Ouçamos o que disse a Dra. Sabrina na conversa com Silvonei José. 

domingo, 9 de julho de 2017

Cuide da sua saúde!

A Academia Americana de Médicos de Família sugere as seguintes medidas para ajudar a melhorar a saúde do cérebro e prevenir o declínio cognitivo:

Mantenha o peso, o colesterol e a pressão arterial sob controle, com uma dieta nutritiva e alimentos com baixo teor de gordura. Confira também: dieta saudável para perder 5kg em um mês.

- Consuma em grande quantidade grãos, frutas e vegetais.

- Evite gorduras saturadas. Leia também: Consumo de gorduras saturadas e trans aumenta risco de depressão .

- Inclua ácidos graxos ômega-3 na dieta, como os contidos em peixes como salmão, sardinha e atum.

- Pergunte a seu médico se você deve tomar algum suplemento com vitaminas .


domingo, 2 de julho de 2017

Julho Verde


A data de 27 de julho foi escolhida como Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço pela IFHNOS (sigla em inglês para Federação Internacional das Sociedades Oncológicas de Cabeça e Pescoço). Por isso, o mês, conhecido como Julho Verde, é oportuno para falar sobre a prevenção, diagnóstico precoce e o tratamento de alguns dos tumores mais frequentes na região, como o de boca, garganta, tireoide, laringe, faringe, entre outros.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

CAMPANHA PARA AJUDAR AS VÍTIMAS DAS ENCHENTES


Em solidariedade a população dos municípios pernambucanos castigados com os efeitos das chuvas torrenciais que caem na Região desde o último sábado (27/05), nós que fazemos o curso de enfermagem da FACIPE, resolvemos criar uma campanha para arrecadar donativos que serão encaminhados as vítimas dessa tragédia.

Assim, quem puder doar alimentos, roupas, cobertores e água mineral pode procurar a coordenação do curso de enfermagem desta Instituição na Avenida Caxangá Nº 4302 (ANEXO AO CAMPUS SAÚDE) Cidade Universitária, Recife-PE.

Sua colaboração pode minimizar o sofrimento de muitos! 





terça-feira, 23 de maio de 2017

Coren-PE realiza Simpósio Pernambucano de Boas Práticas em comemoração a Semana da Enfermagem


“O Coren-PE, casa da enfermagem pernambucana, propôs dar início às festividades da categoria, nesta sexta, dia 12 de maio, dia do enfermeiro. Este Simpósio Pernambucano de Boas Práticas em Enfermagem foi idealizado para que pudesse contribuir com a atualização e aperfeiçoamento dos profissionais e estudantes, mas bém empoderar cada vez mais a Enfermagem do Estado”. Foi com essas palavras que a presidente do Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco Dra. Marcleide Cavalcanti marcou a abertura do evento.

A presidente aproveitou a ocasião e destacou que a luta pelo fortalecimento da enfermagem no Estado tem sido enorme. “Temos combatido valentemente as ilegalidades que outrora tentamos resolver amigavelmente. Nunca na história do Coren-PE foram realizadas tantas intervenções éticas. E temos conseguido com elas, o respeito tão desejado pela categoria. Hoje, o Conselho entende que lutar pela Enfermagem é lutar pelo outro”, pontuou a Dra. Marcleide Cavalcanti.

O evento contou com a palestras de Boas práticas em Enfermagem Obstétrica, com a Dra. Tatiane Frank. A vice-presidente do Cofen Dra. Irene Ferreira falou sobre “o engajamento do Cofen no desenvolvimento da enfermagem forense no Brasil”. O enfermeiro Dr. Richards Caúla ( do Hospital Memorial Guararapes) ministrou palestra com o tema “Construindo profissionais de alta performance”. Já o Dr. João Antônio Antunes, Diretor geral do Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães de Serra Talhada, falou sobre “A força dos técnicos de enfermagem nos serviços públicos de saúde”. E, por último, a enfermeira fiscal do Coren-PE Dra. Jackeline Santos falou sobre “Espiritualidade como cuidado essencial”, utilizando técnicas de psicodrama levantou reflexões importantes sobre a o papel atual da enfermagem.

Em sua palestra, a vice presidente do Cofen, Dra. Irene Ferreira destacou que estamos, agora, em um momento de reflexão da nossa profissão e do nosso país. Continuou afirmando que a enfermagem de Pernambuco “tem grande gestores a frente do Coren-PE. E a gestão da Dra. Marcleide veio para marcar e para mostrar para nós, do conselho federal, que o Coren-PE está na linha certa. Trago um abraço caloroso do plenário do Cofen e um abraço fraterno em nome do Dr. Manoel Neri. Quero parabenizar o Coren-PE pelo evento e espero que aqui sejam semeadas todas as possibilidades de reflexão para que nos possamos avançar nessa profissão, que sem ela nao há construção da enfermagem “.


“Agradeço a todos os palestrantes que aceitaram nosso convite, aos apoiadores, ao Cofen e a Comissão organizadora do Simpósio. Parabenizo a cada colega presente e aos que neste momento estão na luta diária. A Enfermagem é a razão de ser do Coren-PE. E vivemos tempos em que o Coren somos todos nós”, finalizou a presidente Dra. Marcleide Cavalcanti.

Fonte: Coren