segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Oportunidades para técnicos em enfermagem

Com experiência em uma das vagas abaixo:

BLOCO CIRÚRGICO 
Necessário disponibilidade para atuar como diarista das 9 às 19 HORAS experiência nesta área e Coren ativo

CME
Necessário possuir disponibilidade para atuar como DIARISTA DAS 8 ÀS 18 HORAS, experiência nesta área e Coren ativo

ALOJAMENTO CONJUNTO
MATERNIDADE
BERÇÁRIO
CLINICA MÉDICA PEDIÁTRICA
EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA
Necessário possuir experiência nesta área e Coren ativo

Os Interessados deverão encaminhar currículos com o título da vaga para o e-mail: rhselecao.rdsl@gmail.com


OAB lança cartilha com direitos de pessoas atingidas pela hanseníase

A fim de esclarecer a sociedade sobre a hanseníase, o o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase e OAB lançam na próxima segunda-feira, 30 de novembro, o Guia Jurídico em Defesa dos Direitos Humanos das Pessoas Atingidas pela Hanseníase, às 11h, na sede da Ordem, no Rio de Janeiro.
O Brasil está no caminho para ser o primeiro país do mundo a indenizar as pessoas que nasceram nos antigos leprosários e foram entregues compulsoriamente à adoção, ainda bebês. A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira, 25 de novembro, o PL 2104, que concede medidas reparatórias às pessoas que foram separadas de suas famílias durante o isolamento compulsório de pacientes com hanseníase.
A matéria altera a lei federal 11.520/2007, que concede indenização às pessoas que foram segregadas da sociedade nos antigos leprosários, estendendo as medidas reparatórias também aos seus filhos.
Isolamento compulsório e alienação parental
No Brasil, até a década de 1980, a lei federal nº 610 de 13 de janeiro de 1949 recomendava o isolamento compulsório dos pacientes com hanseníase em colônias,  chamadas à época de leprosários. A mesma lei ordenava a entrega dos bebês de pais com hanseníase à adoção, o que levou à separação de milhares de famílias. Esta situação perdurou até 1986, quando os antigos hospitais colônias foram transformados em hospitais gerais.
Desde 2007 o Governo Federal concede pensão especial às pessoas que foram submetidas ao isolamento compulsório. A indenização prevista pela lei corresponde à pensão vitalícia de um salário mínimo e meio, garantia de fornecimento de próteses e realização de intervenções cirúrgicas e assistência à saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Porém, as medidas não se estendem aos seus filhos.
Brasil ainda não está em processo de eliminação da Hanseníase
Apesar do tratamento, que interrompe a transmissão em 48 horas, estar disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o único país que não está em processo de eliminação da hanseníase - uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio para 2015. 
Para a OMS, 'estar em eliminação' significa registrar até 10 casos da doença por cada 100 mil habitantes. De acordo com o o Ministério da Saúde, em 2014, 31.064 casos novos de hanseníase foram identificados em todo o país, o que corresponde a um coeficiente de prevalência de 15,32  novos casos da doença por cada 100 mil habitantes. No Rio de Janeiro, 1.212 novos casos de hanseníase foram identificados em 2014, o que corresponde a um coeficiente de prevalência de 7,36 novos casos por cada 100 mil habitantes.
"Os principais motivos para que a hanseníase ainda não tenha sido erradicada do país são o preconceito e a falta de informação. Por isso, o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) dedica-se, desde 1981, a divulgar informações qualificadas sobre como prevenir, identificar e tratar a doença, " afirma o coordenador do Morhan, Artur Custódio.
SERVIÇO:
Lançamento do Guia Jurídico em Defesa dos Direitos Humanos das Pessoas Atingidas pela Hanseníase
Data: Segunda-feira, 30 de novembro, às 11h
Onde: Sede da OAB, no Rio de Janeiro
Endereço: Av. Marechal Câmara, 150, sala 4. Castelo

domingo, 29 de novembro de 2015

Experiência em Trabalho de Educação em Saúde

[*] Amanda Figueiredo dos Santos

Em sua definição, enfermeiro significa profissional detentor dos conhecimentos da arte de cuidar, de dar assistência. E era bem isso que imaginava quando entrei na faculdade para iniciar o curso de enfermagem. Imaginava concluindo o curso e trabalhando em algum hospital púbico ou particular, assumindo um plantão e colocando em prática todos os conhecimentos adquiridos nos 5 anos de dedicação e estudo. Porém, no 7º período, na cadeira de Saúde do Trabalhador, ministrada pela professora Andréa Rosane, me descobri como professora. Nunca me imaginei dando aula, passando informações e orientações para grupo de pessoas e conseguindo atingir o objetivo final que é o compartilhamento das informações.

Descobri a educação em saúde, não que não soubesse que existisse, mas tive um contato maior com essa especialidade e acabei me descobrindo e me identificando. Essa experiência em trabalhos de educação em saúde é única, já haviam me dito que me expressava muito bem e que tinha jeito para ensinar, mas nunca tinha tido uma experiência tão próxima e tão positiva.

Os trabalhos que a professora Andréa Rosane nos designou, iniciou no outubro rosa, com palestras sobre o câncer de mama, em que, abordamos o assunto de maneira dinâmica com debates, e orientações sobre o auto exame. Foi simplesmente espetacular. Já estamos com projetos e palestras agendadas para o novembro azul, com uma abordagem para o câncer de próstata e o câncer de pênis. Hoje, não me vejo fazendo algo diferente que não seja ensinar/ministrar palestras, ou seja, compartilhar meus conhecimentos e ajudar outras pessoas a terem o mesmo amor pelo conhecimento.


O conhecimento é a única arma que temos contra todo o mal existente no mundo.

[*] Aluna do sétimo período (noite).

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Enfermeira Assistencial

ENFERMEIRA ASSISTENCIAL  -  UTI NEO NATAL 

Necessário possuir experiência como Enfermeira nesta área

Disponibilidade para atuar com Plantonista NOITE 12/60 com duas complementares

As Interessadas encaminhar currículo para: rhselecao.rdsl@gmail.com
No assunto do email informar : VAGA ENFERMEIRO OU ENFERMEIRA uti neo natal


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A indústria do tabaco estimula as crianças a fumarem?



A indústria do tabaco estimula as crianças a fumarem? A Aliança de Controle do Tabagismo e Saúde acredita que sim, por isso a entidade está lançando uma campanha para evitar essa influência. Sobre o assunto, o Cotidiano entrevistou a publicitária, especialista em Varejo e responsável pelo relatório Criança na Mira da Indústria do Tabaco, Regina Blessa. No relatório ela analisa como é feita a atração para que crianças e adolescentes comecem a fumar.

De acordo com Regina Blessa, a grande intenção da indústria do tabaco é manter o comércio, manter pessoas viciadas por muitos anos, "então, como a gente sabe as pessoas vão morrendo e eles têm que repor novos consumidores e nada melhor do que pegar os adolescentes", diz.

" Você vai à padaria ou a uma outra loja e vai ao caixa e tem os doces e outras guloseimas, e no meio disso tudo, um display fantástico de cigarros", comenta. Diante disso, ela analisa que a criança vai se familiarizando e achando que o cigarro é algo normal. Segundo a pesquisadora, isso faz com que ela, depois dos 12 ou 13 anos, comece a ter vontade de experimentar.

Para a publicitária, essa é uma técnica psicológica aplicada no posicionamento desse material e dessas embalagens bem iluminadas e coloridas no check out da loja. 

Saiba mais sobre esse marketing em pontos de venda que induzem o consumo de produtos, em especial do cigarro, nesta entrevista ao Cotidiano, com Luiza Inez Vilela, na Rádio Nacional de Brasília.

Fonte: http://radios.ebc.com.br/

Oportunidades:Técnicos em enfermagem

Com experiência em uma das áreas abaixo:

Bloco Cirúrgico

Clínica médica adulto e pediátrica

Emergência adulto e pediátrica

Maternidade/Alojamento Conjunto/Berçário

Interessados encaminhar currículo para: rhselecao.rdsl@gmail.com no assunto do email informar a vaga de interesse e área de atuação

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

domingo, 22 de novembro de 2015

Transfusões de sangue:Consequências da não obsevância dos padrões de segurança

[*] Dayvison Carlos Barros Silva

Pretendemos abordar com este estudo as consequências de transfusões de sangue que não seguem os padrões de segurança. Mostraremos que a não observância de tais procedimentos podem acarretar em danos irreversíveis as vidas dos pacientes.

Pacientes com perda aguda de sangue ou anemia sintomática, frequentemente, requerem transfusão de hemocomponentes. E, embora a transfusão seja uma forma de terapia segura e efetiva, existe o risco de efeitos adversos. É necessário, portanto, que os médicos emergencialistas conheçam os princípios das práticas transfusionais e sejam capazes de manejar as reações, que variam da febre autolimitada até hemólise intravascular, grave.

As reações transfusionais podem ser classificadas em agudas ou tardias, imunológicas e não imunológicas. As principais reações são comentadas a seguir: fusão de concentrado de hemácias (ABO), incompatível, Reação hemolítica, aguda é consequente a transna que ocorre na maioria dos casos.

É temida na prática transfusional devido a sua gravidade e alto índice de mortalidade. Ocorre, principalmente, devido a erros de identificação de amostras de pacientes e apresenta uma incidência de 1 caso para 33.000, em 12.000 transfusões. Os anticorpos de ocorrência natural anti-A,Anti-B e Anti-A,B do paciente reagirão com ashemácias A, B ou AB do doador, causando hemóliseintravascular das hemácias transfundidas, e por mecanismode bystandard, de parte das hemácias do próprio paciente. O quadro é composto por dor no tórax, no local de infusão, abdômen e/ou flancos, hipotensão grave, febre e hemoglobinúria. Pode evoluir para insuficiência renal aguda (IRA) devido a 3 fatores: vasoconstricção por liberação de catecolaminas,hipotensão sistêmica e formação de trombos intravasculares. A coagulação intravascular, disseminada (CIVD) é uma complicação comum devido à circulação de estroma celular (hemólise), promovendo Reações anafiláticas. A incidência desse tipo de reação é pequena, ocorre em aproximadamente 1 a cada 170.000, em 18.000 transfusões. Pode começar após infusão de poucos mililitros do componente, com sintomas sistêmicos discretos no início, podendo progredir com perda de consciência, choque, e, em casos raros, morte. Os sintomas iniciais, geralmente, são náuseas, vômitos, cólicas abdominais e diarreia. Hipertensão transitória e seguida de profunda hipotensão. Rubor generalizado e, ocasionalmente, calafrios, podem estar presentes, mas febre não é um sinal encontrado. O rápido início de sintomas gastrointestinais e choque, na ausência de febre, frequentemente, distingue esse tipo de reação de reações hemolíticas, sépticas e ou incompatibilidade leucocitária. Reação febril não Hemolítica e caracterizada pelo aumento de mais de 1°C da temperatura corporal, associada à transfusão de hemocomponentes, na ausência de causa subjacente. Geralmente, é acompanhada de tremor, que pode ser intenso e, em alguns casos, apresentar-se como única manifestação. Ocorre em 0,5 – 1,5% das transfusões, preferencialmente em pacientes politransfundidos. Na grande maioria dos casos, tem evolução benigna e pode ocorrer no início, durante ou horas após o término da infusão do hemocomponente. Ocorre por 2 mecanismos distintos. O primeiro por interação entre anticorpo no plasma do receptor (paciente) e antígeno leucocitário ou plaquetário, presente no hemocomponente transfundido, e o segundo, pela liberação de citocinas acumuladas na bolsa durante sua estocagem. Sempre que houver suspeita de reação febril não hemolítica, a transfusão deverá ser descontinuada, o paciente medicado com Paracetamol 750 mge Meperidina, este último, caso o tremor seja intenso. O diagnóstico desse tipo de reação é clínico e de exclusãoTRALI (Transfusion-Related Acute LungInjury). É de incidência desconhecida. Deve-se suspeitar de TRALI, em pacientes que estejam recebendo transfusão ou foram recentemente transfundidos ( em geral, até 6 h após o término) e apresentem insuficiência respiratória aguda e imagem em raio X que sugere edema pulmonar, sem evidências de falência cardíaca. A gravidade do quadro respiratório é, geralmente, desproporcional ao volume de sangue infundido, que em geral, é muito pequeno para produzir hipervolemia. Em contraste com a sobrecarga de volume, os pacientes com TRALI possuem pressão venosa central, normal e pressão capilar, pulmonar, normal ou baixa. A reação pode incluir calafrios, febre, cianose e hipotensão. TRALI pode resultar de múltiplos mecanismos. Anticorpos contra HLA e antígenos do neutrófilo, transfundidos, podem reagir com os leucócitos do paciente, causando uma sequência de eventos que aumentam a permeabilidade da micro circulação pulmonar, permitindo o extravasamento de líquidos para o espaço alveolar. Raramente, anticorpos, na circulação do receptor, podem reagir com granulócitos transfundidos, originando quadros semelhantes. Outros mecanismos podem estar implicados na etiologia da TRALI, como ativação do complemento e geração de C3a e C5a, agregação dos granulócitos, gerando êmbolos na microvasculatura pulmonar, transfusão de citocinas que se acumulam em hemocomponentes estocados. Se houver suspeita de qualquer tipo de reação pulmonar, aguda, a transfusão deve ser interrompida imediatamente. O tratamento desse tipo de reação baseia-se em reversão da hipoxemia com oxigênio terapia e ventilação mecânica, se necessário. A maioria dos pacientes recuperam a função pulmonar entre 48 e 96 h. Na prevenção de novos episódios, nenhuma precaução especial se faz necessária, já que a causa é doador-específica e hemocomponentes de outros doadores são disponíveis.

Sobrecarga De Volume

A transfusão pode causar edema agudo, de pulmão devido à sobrecarga de volume, em pacientes com reserva cardíaca diminuída. Adultos acima de 60 anos e crianças são especialmente susceptíveis. A incidência dessa reação que é desconhecida, em grande parte, devido à subnotificação desse tipo de reação para o banco de sangue. A transfusão deve ser interrompida e o paciente deve ser colocado em posição sentada. Diuréticos de ação rápida, como furosemida, devem ser utilizados via endovenosa. Manter aporte adequado de oxigênio, com máscara ou ventilação mecânica, se necessário. No caso de edema agudo de pulmão, medidas específicas adequadas devem ser tomadas (uso de nitratos, morfina, etc).Como prevenção, em pacientes susceptíveis, a transfusão deve ser realizada lentamente ( por ex. 1ml/Kg/h). A administração de diuréticos pré e durante a transfusão podem ser úteis.

Contaminação Bacteriana

A contaminação bacteriana do hemocomponente pode ser responsável por bacteremia aguda. A taxa de reações adversas, decorrentes de contaminação, é estimada em 1 para cada 1700 unidades de plaquetas e 1 a cada 500000 unidades de hemácias. As reações se caracterizam por febre (> 39° Cou aumento de 2° C em relação à temperatura prétransfusional), calafrios intensos, tremores, taquicardia(> 120/min ou aumento de 40/min), aumento ou queda de 30mmHg na pressão arterial sistólica. Outros sintomas podem estar associados como náuseas, vômitos, dor lombar e respiração encurtada. Assim que a possibilidade desse tipo de reação seja considerada, a transfusão deve ser interrompida. O hemocomponente e o equipo utilizado para transfusão devem ser encaminhados para o banco de sangue. Amostra de sangue do paciente e a do hemocomponente em questão deve ser enviados para cultura com pesquisa para bactérias aeróbias e anaeróbias. Mudança da coloração do conteúdo da bolsa para púrpura escura, presença de grumos em seu interior e hemólise sugerem contaminação bacteriana. Como inicialmente o quadro clínico é muito semelhante ao da reação hemolítica aguda, deve-se proceder investigação a fim de descartá-la (conforme já descrito anteriormente).O tratamento desse tipo de reação consiste na utilização de antibióticos de largo espectro, combinados com terapia para choque séptico, falência renal e CIVD, que podem acompanhar o quadro. A antibioticoterapia deve ser reavaliada após o resultado da cultura.

Reação Hemolítica Tardia

Ocorre em 0,05 – 0,07% das transfusões. Areação hemolítica tardia é extravascular e ocorre devido à produção de anticorpos antieritrocitários (outros antígenos de grupo sanguíneo que não ABO) após transfusão ou gestação prévias, onde haja exposição do paciente a antígenos que ele não possua, por exemplo,paciente Kell negativo recebe uma transfusão deconcentrado de hemácias Kell positivo. A reação pode ocorrer horas a semanas (até 3 semanas) após a segunda exposição ao antígeno em questão.O quadro clínico é composto de febre, icterícia e queda da hemoglobina ou aproveitamento transfusional, inadequado. Tal tipo de reação deverá ser suspeitado sempre que ocorrer aproveitamento inadequado da transfusão ou febre sem causa aparente, mesmo na ausência de icterícia. O diagnóstico é feito após enviar ao laboratório de imunoematologia (no Campus e Unidade de Emergência, localiza-se no banco de sangue) 2 amostras do paciente, uma sem e outra com anticoagulante, para que sejam realizados pesquisa de anticorpos irregulares(PAI) e Coombs Direto (CD), respectivamente.

A presença de um novo anticorpo, seja no soro (PAI+)ou ligado às hemácias (CD+) do paciente, fecham o diagnóstico. O tratamento é desnecessário. Se houver necessidadede transfusões futuras, o concentrado de hemácias deverá ser antígeno negativo para o correspondente anticorpo identificado com o objetivo de evitar reações.

Consequências das reações transfusionais

Pode acarretar em danos que podem ser leves ou irreversível, uma vez transfundido não poderá voltar a traz, as reações podem deixar marcas que não podemos ver mais que o nosso corpo com o passar do tempo podem sofre as consequências, quando essa reação e imediata pode trazer desconforto para o paciente ou ate a morte dependendo do grau a reação, hoje em dia os hemocentros estão mais adequados para evitar esses tipos de condutas. Isso caracteriza uma diminuição dos danos para o paciente.

Procedimentos para evitar as reações transfusionais

Tem que ter o cuidado desde a hora do recebimento da solicitação medica, passando por sérios critérios para uma segurança do paciente, prontuário e prescrição identificação da amostra do paciente tudo isso para assegurar uma transfusão segura.

Ter o cuidado com transporte da amostra e dos hemocomponentes respeitando todo o processo para não haver danos para o paciente, respeitando as normas do respectivo POP (procedimento operacional padrão) seguindo esse padrão não e que possa acontecer mais diminui os incidentes, a enfermagem tem que tomar todo os cuidados para que esse tipo de lesão venha acometer a vida do paciente pois uma vez infundido não poderá mais voltar atrás.

O paciente ficara marcado imunologicamente para todo sempre positivo ou negativamente.

 Dayvson é estudante do oitavo período de enfermagem (noite).




quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Oportunidade

Instrumentação Cirúrgica


Desejável experiência em instrumentação cirúrgica com especialização comprovada.

Sexo: indiferente

Escolaridade: Curso Profissionalizante de Técnico em Enfermagem e de Instrumentação cirúrgica (com Coren ativo.)

Atividades: Irá atuar com auxílio a equipe médica, realizando procedimentos relacionados à instrumentação cirúrgica e atividades de enfermagem no bloco cirúrgico.

Oferecemos:

Salário compatível com o mercado + VT + VR

Regime de contratação: CLT (Efetivo)

Interessados que estejam no perfil acima solicitado favor enviar currículo para o e-mail com o título da vaga: aebconsultoria@outlook.com