segunda-feira, 2 de novembro de 2015

domingo, 1 de novembro de 2015

terça-feira, 27 de outubro de 2015

O USO DE SALTOS ALTOS E OS RISCOS PARA A SAÚDE DA MULHER


As mulheres usam saltos altos de acordo com as necessidades estéticas da sociedade moderna. Contudo, esta escolha coloca em risco a sua saúde.

Os saltos altos são comumente utilizados pelas mulheres, funcionando como um elegante recurso. A escolha deste calçado adapta-se a algumas atividades profissionais e eventos sociais, mas infelizmente, não se adapta à anatomia corporal. O seu uso excessivo provoca alterações posturais importantes e compromete o funcionamento normal das articulações, o que origina graves problemas de saúde. Neste sentido, torna-se premente alertar para os principais riscos associados a esta escolha, que melhora apenas a estética corporal.

Os saltos altos (comprimento superior a 4 cm) geram uma deslocação anterior do centro de gravidade, que desencadeia desalinhamentos articulares, alterações posturais e problemas importantes nos tornozelos e pés. Para se equilibrarem, as mulheres aumentam a tensão nos músculos das costas, ancas e pernas, o que leva ao seu encurtamento, fraqueza e fadiga, causando dor e cãibras.

A alteração da curvatura da coluna lombar (aumento da curvatura, hiperlordose) provoca degeneração articular e dos discos intervertebrais, podendo causar hérnias e estenose do canal vertebral (diminuição do lúmen do canal) com consequentes compressões medulares ou das raízes nervosas (“nervos”), que originam dor lombar e ciatalgia (“dor ciática”). O desalinhamento articular entre as ancas e joelhos traz um aumento de pressão intra-articular nos joelhos, originando osteoartrite/artrose (degeneração articular).

Verificam-se também encurtamentos importantes dos músculos posteriores da perna (vulgarmente conhecidos como gémeos) e retrações no Tendão de Aquiles, com várias consequências no padrão da marcha e desequilíbrios posturais.

A posição do pé e os desequilíbrios na distribuição do peso corporal forçam os dedos a um encurtamento (dedos em martelo) que proporciona um aumento significativo da pressão a este nível, provocando artroses (nomeadamente Hallux Valgus ou “joanetes”). Surge também a fascite plantar (inflamação de uma fáscia que reveste a planta do pé, por excessivo estiramento); metatarsalgia (dor nos metatarsos, ossos do pé), Deformidade de Haglund (deformidade do calcanhar, pela pressão realizada contra o sapato, que causa inflamação no Tendão de Aquiles e bursa/”bolsa” que o protege); e Neuroma de Morton (espessamento/tumor benigno de um nervo que passa entre o 2º e 3º ou 3º e 4º dedos, causa dormência e dor). Os traumas e alterações de crescimento nas unhas dos pés, flictenas (“bolhas”), calos e calosidades, alterações circulatórias e edemas nos pés (“inchaços”) são outras disfunções presentes.

Para além do aumento do risco de quedas e entorses, andar de saltos altos origina alterações posturais que provocam em suma dor, inflamação, rigidez articular, incapacidade funcional e diminuição da qualidade de vida. Apesar de poder ser uma opção de calçado, o seu uso deve ser acautelado, podendo ser uma escolha para uma ocasião, mas certamente não para todos os dias.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Vagas:Técnicos em enfermagem

ENFERMAGEM (UTI Coronária)

Curso Técnico de Enfermagem completo;
Coren PE ativo;
Experiência comprovada na função;
Experiência em UTI Coronária;
Disponibilidade para atuar como em plantão diurno, das 07h às 19h.


TÉCNICO DE  ENFERMAGEM (Urgência)

Curso Técnico de Enfermagem completo;
Coren PE ativo;
Experiência comprovada na função;
Experiência em Urgência Adulto e Pediátrica;
Disponibilidade para atuar como Diarista, no horário das 08h às 18h.


Os interessados devem enviar currículo com o nome da vaga no assunto para rhgruposaude@gmail.com

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O que é sofrimento fetal?


Durante a gestação, o bebê recebe todos os nutrientes de que precisa e realiza a troca de gases por meio do cordão umbilical. Quando há um comprometimento da troca de gases, com menor aporte de oxigênio para o bebê, tem-se um quadro de sofrimento fetal agudo. Na maioria das vezes, ocorre durante o trabalho de parto e é possível ser identificado por meio da alteração da frequência cardíaca fetal e presença de mecônio (fezes do bebê eliminadas dentro do útero da mãe). O mecônio, por si só, não é sinal de sofrimento fetal agudo, tem que vir acompanhado de alteração da frequência cardíaca. Desse modo, um acompanhamento rigoroso pela equipe de saúde deve ser realizado para tomada de conduta e decisão da via de parto.

No entanto, em algumas situações pode ser observado no período antes do parto. Assim, para saber se o bebê está bem, é importante que a gestante observe os movimentos do bebê (que podem ser sentidos a partir do segundo trimestre da gestação). A diminuição do movimento fetal é prova indireta de que a placenta já não está mais conseguindo cumprir todo o seu papel. Assim, o registro diário de movimento fetal é o teste clínico mais simples para avaliação das condições de vitalidade fetal.


Algumas vezes, no final da gravidez, pode ser mais difícil a mulher perceber esses movimentos e, além disso, nos últimos dias, o bebê começa a se posicionar na bacia da mulher, se preparando para o nascimento. Se a gestante ficar na dúvida, ela pode fazer o mobilograma, que é o registro dos movimentos do bebê de maneira sistemática, e deve procurar o serviço de saúde.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015