quarta-feira, 15 de junho de 2016
segunda-feira, 13 de junho de 2016
sábado, 11 de junho de 2016
Conheça os seis passos que podem ajudar a reduzir o risco e o perigo de um AVC.
1. Conheça seus fatores de risco: pressão alta, diabetes, colesterol elevado e arritmias cardíacas.
2. Seja ativo. Faça exercícios regularmente.
3. Evite a obesidade, mantendo uma dieta saudável.
4. Limite o consumo de álcool.
5. Evite o hábito de fumar.
6. Aprenda quais são os sinais de alerta.
Aprenda os sinais do AVC, eles iniciam repentinamente:
2. Seja ativo. Faça exercícios regularmente.
3. Evite a obesidade, mantendo uma dieta saudável.
4. Limite o consumo de álcool.
5. Evite o hábito de fumar.
6. Aprenda quais são os sinais de alerta.
Aprenda os sinais do AVC, eles iniciam repentinamente:
SUS adota antipsicótico clozapina para tratamento de doença de Parkinson
O Ministério da Saúde
informou nesta sexta-feira (10), que o medicamento clozapina será oferecido no
Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com transtornos psicóticos
associados à doença de Parkinson.
A decisão de adotar o
antipsicótico para o tratamento da doença, segundo a pasta, foi da Comissão
Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), atendendo pedido da
Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde.
O remédio será usado para combater
psicoses associadas à doença. Alguns dos argumentos apresentados são de que
essa situação clínica influencia negativamente o quadro, com aumento da
dependência, das hospitalizações em casas de saúde e da mortalidade.
A Conitec chegou a fazer
consulta pública para colher opiniões de especialistas e da sociedade civil.
“As contribuições recebidas enfatizavam efeitos positivos da incorporação, como
a melhora na qualidade de vida do paciente e de seus familiares”, informou a
pasta.
“Outro indicativo dos
benefícios do uso do medicamento no tratamento de sintomas psicóticos
associados a Parkinson é sua recomendação pelo Instituto Nacional de Saúde e
Excelência Clínica, do Reino Unido, em uma de suas diretrizes clínicas
referentes à doença”, reforçou o ministério.
A previsão do governo é de
que o protocolo clínico seja publicado em até 180 dias. A clozapina já era
oferecida no SUS para tratar outras doenças, como transtorno bipolar e
esquizofrenia. O investimento para a disponibilização a pacientes com Parkinson
é de cerca de R$ 3 milhões ao ano.
A doença de Parkinson é
neurodegenerativa e, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, acomete 1%
da população mundial com idade superior a 65 anos. No Brasil, estima-se que
cerca de 200 mil pessoas sofram com o problema.
Além dos problemas motores
mais conhecidos, várias manifestações não motoras podem surgir à medida que a
doença progride, inclusive sintomas psicóticos.
domingo, 5 de junho de 2016
OMS adverte sobre nova síndrome congênita ligada ao zika
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta sexta-feira que o zika vírus pode estar ligado a uma nova síndrome congênita. Além de casos de microcefalia em bebês gerados por mulheres infectadas pelo zika, a OMS informa que o vírus, cujo principal transmissor é o mosquito do gêneroAedes, pode estar vinculado a outros problemas graves, como danos cerebrais, convulsões, irritabilidade, rigidez muscular (espasticidade) e dificuldades de visão e no sistema digestivo. Problemas que, segundo um grupo de especialistas da entidade, “podem afetar vários milhares de bebês”. Embora seja preliminar, o relatório alimenta a inquietação dos que acham que os Jogos Olímpicos do Rio devem ser adiados ou transferidos, porque o Brasil é o país mais atingido pelo vírus. O comitê de emergência da OMS vai avaliar a situação nas próximas semanas.
A equipe da OMS, formada por seis especialistas, fez a revisão dos resultados e das pesquisas sobre os efeitos do zika vírus em bebês e concluiu que, além de provocar microcefalia, a contaminação intrauterina pode levar também a outros transtornos graves. “A relação espaço-temporal dos casos de microcefalia com o surto de zika e os dados dos relatórios de casos e estudos epidemiológicos geraram um sólido consenso científico sobre o envolvimento do vírus em defeitos de nascimento”, afirmam em artigo publicado no boletim epidemiológico da OMS. Tudo isso apesar de geralmente o vírus, para o qual não há vacina nem antídoto, provocar sintomas leves ou ser assintomático.
O relatório da OMS –que em fevereiro decretou alerta mundial de saúde, exatamente pelo possível vínculo entre o zika e casos de microcefalia e outros transtornos neurológicos graves— ressalta que ainda são necessários mais dados tanto pré-natais quanto pós-natais, assim como resultados de laboratório e diferentes testes e análises para “definir adequadamente essa síndrome”. “O zika é uma emergência sanitária diferente porque tem consequências sanitárias e sociais de longo prazo, e por isso exige enfoque coordenado, de vigilância, intercâmbio de dados e pesquisa”, defendem especialistas como Anthony Costello, do departamento de saúde da mulher, da infância e da adolescência da OMS, e Pilar Ramon-Pardo, do departamento de doenças infecciosas e análise sanitária da entidade.
O organismo de saúde esteve durante a semana no centro da polêmica depois da divulgação de carta de mais de 150 cientistas e de manifestações de atletas de elite, como Pau Gasol, da seleção espanhola de basquete, pedindo a ela querecomende transferir ou adiar os Jogos do Rio, que começam em agosto no local mais atingido pelo zika. Até agora a OMS afirma que não há nenhuma questão de saúde pública que motive a recomendação de postergar as competições olímpicas.
Comitê de emergência estudará riscos dos Jogos
Apesar disso, o Comitê de Emergência do zika vai se reunir nas próximas semanas para avaliar a situação do Brasil e os riscos dos Jogos do Rio, Estado que terá grande presença de turistas. Isso foi dito, em carta, pela diretora geral da OMS, Margaret Chan, à senadora norte-americana Jeanne Shaheen, que tinha pedido uma resposta da organização de saúde à inquietação provocada pelo crescimento do surto.
“Dado o nível atual de preocupação internacional, decidi pedir aos membros do Comitê de Emergência Zika que avaliem os riscos da realização dos Jogos Olímpicos, programados atualmente para o verão [do hemisfério Norte]”, diz Chan em sua carta –que Shaheen publicou na Internet-, na qual explica que a OMS enviou um grupo de especialistas quatro vezes ao Brasil e que está em curso uma pesquisa sobre a situação atual.
Mas não é a OMS que decide sobre os Jogos; apenas emite recomendações de saúde. Por enquanto, desde a decretação do alerta sanitário mundial, não aconselhou a suspender viagens ao Brasil –apenas um entre os mais de 60 países e territórios em que há zika, embora seja o mais afetado-, ainda que tenha recomendado às grávidas que não viajem aos lugares em que tenha sido detectado o vírus, devido à associação do zika a casos de microcefalia. A mesma recomendação foi feita por muitas outras autoridades da área de saúde.
A OMS também aconselhou que quem viajar a regiões assoladas pelo zika vírus se abstenha de sexo ou o pratique de forma segura (com proteção profilática) pelo menos durante as oito semanas subsequentes ao retorno para casa, para evitar a transmissão sexual do vírus.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Informe Técnico 9 – Tabela de Conversão de Gotas de Medicamentos Controlados
Um dos principais Objetivos dos Informes Técnicos foi o de estimular o cumprimento correto das legislações relacionadas à dispensação dos medicamentos controlados. Sei o quanto é difícil, no exercício da profissão, entender e aplicar essas regras. Esses informes visaram facilitar o entendimento dessas regras. E para ajudar mais um pouco montei esta Tabela de Conversão de Gotas de Medicamentos Controlados que irá auxiliar no momento do Atendimento das prescrições de Medicamentos Controlados em Gotas.
Com esta tabela ficará mais fácil fazer os cálculos de dose, de acordo com a prescrição médica, na hora de dispensar alguns medicamentos controlados que são disponíveis na forma farmacêutica líquida que sejam em Gotas.
Pesquisa: acesso a diagnóstico de câncer de mama pelo SUS ainda é tardio
Alana Gandra - Repórter da
Agência Brasil
Embora a qualificação dos
exames laboratoriais feitos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) tenha
recebido avaliação positiva por parte das usuárias do serviço, com 90% de
aprovação, o prazo para acesso ao diagnóstico de câncer de mama ainda é tardio.
É o que revela pesquisa inédita feita pelo Instituto Datafolha para a Fundação
Laço Rosa, divulgada hoje (31), no Rio de Janeiro, durante o Fórum de Políticas
para o Câncer de Mama.
A pesquisa buscou investigar
os problemas registrados no estado do Rio de Janeiro para o tratamento do
câncer de mama. “Ainda tem grandes barreiras”, disse a presidente voluntária da
Fundação Laço Rosa, Marcelle Medeiros. O Instituto Datafolha entrevistou 240
mulheres, pacientes em tratamento de câncer de mama ou em fase diagnóstica,
atendidas pelo SUS no estado do Rio de Janeiro, entre os dias 2 e 10 deste mês,
e verificou que o atendimento está concentrado na região metropolitana do Rio,
em especial na capital.
A sondagem mostra que o
tempo médio até o diagnóstico das mulheres entrevistadas oscila entre oito e
nove meses e que uma em cada dez mulheres nunca fez nenhum exame preventivo. A
presidente da Fundação Laço Rosa avaliou que o que é diagnosticado no estágio
um, depois de nove meses, pode agravar a saúde da mulher com câncer de mama,
pois “O tempo, de fato, corre contra”. Por isso, Marcelle disse ser
fundamental que se faça o diagnóstico no prazo mínimo de 60 dias, como
estabelece a lei, “que também já é um tempo demorado demais”.
De acordo com a pesquisa,
19% das pacientes do SUS necessitam recorrer a plano de saúde ou exames
particulares para complementar exames cobertos pelo SUS; 77% passam pelo
atendimento de até quatro médicos, em vez de um único profissional que possa
acompanhá-las do início até o final do tratamento. Outros resultados revelam
que um terço das entrevistadas têm parentes de primeiro grau com câncer de mama
e que, para elas, receber o diagnóstico e perder o cabelo são os piores
momentos da doença.
Marcelle destacou ainda que
as mulheres consultadas gostariam de participar de eventos referentes à doença.
A mobilização registrada no fórum prova isso, afirmou. Ela defendeu também que
as campanhas precisam estar alinhadas ao grau de escolaridade das pacientes,
que é baixo, de modo a adequá-las ao público. Outro dado importante, segundo
ela, é que 83% das mulheres nunca utilizaram o trabalho de organizações não
governamentais (ONGs) que atuam nessa área: “Isso demonstra que não existe uma
relação entre o poder público e as organizações da sociedade civil que poderiam,
muitas vezes, estar ajudando o poder público nesse trabalho”. Falta, sustentou,
uma política pública que inclua as organizações sociais nesse debate.
Marcelle disse que há um
longo caminho a ser percorrido e temas para serem debatidos, visando a construção
de uma solução conjunta entre especialistas, autoridades, associações médicas e
entidades ligadas ao tratamento do câncer de mama no Brasil.
Termo de compromisso
Durante o fórum, começou a
ser construído um termo de compromisso para melhoria do cenário atual. “O termo
é colaborativo”, afirmou Marcelle. Ele será colocado para consulta pública, de
modo a ser criado em colaboração com a sociedade civil, antes de ser levado a
todas as esferas do poder público.
O fórum terá
continuidade pelas redes sociais, com o objetivo de construir as
melhorias propostas. Segundo o Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes
da Silva (Inca), do Ministério da Saúde, o número de casos novos de câncer de
mama deve alcançar quase 58 mil no país, em 2016.






