domingo, 24 de julho de 2016

IMIP - PE anuncia dois Processos Seletivos para Estagiários de Enfermagem e Medicina


O Instituto de Medicina Integral "Professor Fernando Figueira" (IMIP) anunciou dois editais de Processos Seletivos que objetivam a contratação de estagiários de Enfermagem e Medicina.

A realização do estágio curricular não obrigatório será no (IMIP), para desenvolver habilidades e competências específicas na área escolhida, através de treinamento prático supervisionado.

Podem participar estudantes que cursaram ou estejam cursando a área de atuação especificada nos editais de acordo com as vagas:

Há vagas para estudantes de enfermagem nas áreas de Saúde da Mulher (6), Saúde da Criança (6) e Saúde do Idoso (6).

Já para os acadêmicos de Medicina, as oportunidades são nas área de Obstetrícia (18), Emergência Pediátrica (18), Neonatologia (13) e Cirurgia Pediátrica (9).

A jornada de estágio varia entre 12h e 30h semanais, sendo concedido direito de quinze dias de férias a cada seis meses, além da bolsa e auxílio-transporte conforme lei de estágio nº 11.788 de 25/09/2009 publicada do D.O.U de 26/09/2008.

Para participar os interessados devem realizar as inscrições no período de 1 a 26 de agosto de 2016, no Térreo do Centro Acadêmico do Instituto de Medicina Integral de Pernambuco, localizado na Rua dos Coelhos, nº 300, Boa Vista. Os atendimentos ocorrem de segunda a sexta-feira das 8h às 15h.

Os candidatos serão classificados mediante aplicação de Teste Cognitivo previsto para ser realizado no dia 10 de setembro de 2016, e Teste de Habilidades e Competências Técnicas.

Para mais informações acesse os editais de abertura disponíveis em nosso site.

Jornalista: André Fortunato

domingo, 19 de junho de 2016

Perda de audição atinge com frequência operadores de Call Center

É fato que quem trabalha em alguns segmentos da indústria, aeroportos, emissoras de rádio, gravadoras e até mesmo na carreira musical está mais propenso à perda gradual de audição, por causa dos altos ruídos a que os ouvidos estão expostos diariamente. Cada vez mais um número maior de trabalhadores engorda as estatísticas de deficiência auditiva. Até mesmo operadores de call center podem ter o sistema auditivo comprometido, já que passam de seis a oito horas usando fones de ouvido unilaterais.
O setor de telemarketing cresceu de maneira rápida no Brasil, absorvendo centenas de milhares de pessoas e transformando-se no maior empregador na área de serviços. A grande maioria dos funcionários é jovem, que terminou o ensino médio ou cursa uma universidade, e precisa exercer a função para pagar os estudos ou complementar a renda familiar. Mas se o teleatendimento gera oportunidades de trabalho, também pode trazer riscos à saúde, entre eles a perda de audição, conforme comprovam estudos.
A PAIR (Perda Auditiva Induzida por Ruído) é um mal que pode atingir todos os trabalhadores expostos a sons acima de 80 decibéis. Pode ser considerada uma doença ocupacional e vem chamando a atenção principalmente dos médicos otorrinos e fonoaudiólogos. A SBO (Sociedade Brasileira de Otologia) aponta que cerca de 35% das perdas da audição no país são consequência de sons intensos presentes no ambiente de trabalho.
O que mais preocupa os especialistas, em relação aos operadores de telemarketing, é o uso do fone de ouvido unilateral com volume variando de 60 a 90dB. Esse equipamento pode causar danos irreversíveis à audição se não for usado corretamente. Estudos comprovam que muitos desses trabalhadores desenvolvem primeiro perdas auditivas unilaterais progressivas, tornando-se depois bilaterais.
A fonoaudióloga Isabela Carvalho, da Telex Soluções Auditivas, dá orientações para evitar o mal. “O operador de telemarketing precisa sempre fazer o revezamento do fone do ouvido direito para o esquerdo; dar pausas de pelo menos 10 minutos para cada hora de trabalho; e manter o volume baixo, em torno de 60 decibéis, nível normal de uma conversa. Além disso, deve realizar exames audiométricos anualmente para checar seu nível de audição”, aconselha.
Com relação ao uso correto do headset – tipo de fone utilizado no call center –, muitos operadores dizem que não fazem a troca de ouvido por hábito, por sentirem maior conforto em determinada orelha ou ainda por terem a sensação de ouvir melhor de um lado do que de outro. O uso excessivo do fone em apenas um ouvido pode esgotar a energia mental.
Outro grave problema constatado é que a maioria dos funcionários de call center prefere aumentar o volume do headset para ouvir melhor o cliente, visto que normalmente o ambiente de trabalho é bastante ruidoso. Tais descuidos podem prejudicar a audição do profissional, comprometendo a qualidade de seu trabalho e seus anseios de uma futura melhoria profissional.
“É de fundamental importância que haja um controle rígido quanto às medidas preventivas em relação à saúde auditiva do operador de call center. No entanto, quando já existe perda de audição, uma das soluções é o uso de aparelho auditivo. Quanto mais rápido o problema for detectado, e se optar pelo aparelho, melhor será para estancar a progressão dessa perda auditiva”, alerta Isabela Carvalho.
Depois de procurar o médico otorrinolaringologista, cabe aos fonoaudiólogos indicar qual tipo e modelo de aparelho atende às necessidades do paciente. Atualmente, há uma diversidade de aparelhos auditivos, pequenos e discretos, que não afetam a beleza e vaidade. Os aparelhos da Telex, por exemplo, têm várias cores e modelos, design moderno, tecnologia digital e são quase invisíveis no ouvido – alguns são até mesmo invisíveis pois ficam dentro do canal auditivo. Além disso, são adequados para os diferentes graus de perda de audição.
De acordo com o censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), de 2011, cerca de 28 milhões de brasileiros declararam ter alguma deficiência auditiva, o que equivale a 14,8% da população nacional. Nessa porcentagem, boa parte dos casos se dá pela perda auditiva induzida por ruídos em locais corporativos.
Fonte:http://revistacipa.com.br/perda-de-audicao-atinge-com-frequencia-operadores-de-call-center/

segunda-feira, 13 de junho de 2016

sábado, 11 de junho de 2016

Conheça os seis passos que podem ajudar a reduzir o risco e o perigo de um AVC.

1. Conheça seus fatores de risco: pressão alta, diabetes, colesterol elevado e arritmias cardíacas.
2. Seja ativo. Faça exercícios regularmente.
3. Evite a obesidade, mantendo uma dieta saudável.
4. Limite o consumo de álcool.
5. Evite o hábito de fumar.
6. Aprenda quais são os sinais de alerta.


Aprenda os sinais do AVC, eles iniciam repentinamente:



SUS adota antipsicótico clozapina para tratamento de doença de Parkinson

O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (10), que o medicamento clozapina será oferecido no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com transtornos psicóticos associados à doença de Parkinson.

A decisão de adotar o antipsicótico para o tratamento da doença, segundo a pasta, foi da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), atendendo pedido da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde.

O remédio será usado para combater psicoses associadas à doença. Alguns dos argumentos apresentados são de que essa situação clínica influencia negativamente o quadro, com aumento da dependência, das hospitalizações em casas de saúde e da mortalidade.

A Conitec chegou a fazer consulta pública para colher opiniões de especialistas e da sociedade civil. “As contribuições recebidas enfatizavam efeitos positivos da incorporação, como a melhora na qualidade de vida do paciente e de seus familiares”, informou a pasta.
“Outro indicativo dos benefícios do uso do medicamento no tratamento de sintomas psicóticos associados a Parkinson é sua recomendação pelo Instituto Nacional de Saúde e Excelência Clínica, do Reino Unido, em uma de suas diretrizes clínicas referentes à doença”, reforçou o ministério.

A previsão do governo é de que o protocolo clínico seja publicado em até 180 dias. A clozapina já era oferecida no SUS para tratar outras doenças, como transtorno bipolar e esquizofrenia. O investimento para a disponibilização a pacientes com Parkinson é de cerca de R$ 3 milhões ao ano.

A doença de Parkinson é neurodegenerativa e, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, acomete 1% da população mundial com idade superior a 65 anos. No Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram com o problema.

Além dos problemas motores mais conhecidos, várias manifestações não motoras podem surgir à medida que a doença progride, inclusive sintomas psicóticos.